Como alguém consegue ser capaz de abandonar uma criatura tão amável nas ruas? Porquê está comendo as flores do jardim? Por quê late demais? Por quê vai viajar? Não,
isso não é justificativa. Isso é problema seu! Quem quer um animalzinho
se compromete com tudo isso e sabe das consequências de ter um anjo
desses em casa. Animal nenhum,
seja da espécie que for, merece ser abandonado nas ruas e destinado a
viver sujo, com fome, com sede, sem carinho, sem uma cama
quentinha...Além disso, muitos cães de rua são mal tratados e espancados
por bêbados e até mesmo pessoas sem caráter,
que se julgam superiores por serem seres humanos. Agora eu te pergunto:
que tipo de ser humano seria capaz de fazer mal à anjos como esses
animais?
Se alguém não têm condições econômicas, físicas ou emocionais para
manter um animalzinho com tudo que ele tem direito, nós, defensores dos
animais pedimos, encarecidamente, que NÃO adote
ou compre! Porque, depois, quando você precisar se desfazer dessa
criaturinha, ela vai sofrer muito sem merecer! E você não vai poder se
justificar...
Com essas enchentes desastrosas que vêm assolando o Brasil, vemos cães e
gatos sendo abandonados em meio à lama, água, destroços...Sendo
obrigados a sobreviver sem comida, molhados e com frio! Isso não está
certo! Eles são tão dóceis, tão comprometidos com seus donos para serem
abandonados quando acontece uma tragédia? Isso é justo,
sociedade? E as torturas, os maus-tratos, os espancamentos? E aqueles
que matam os pobres bichinhos por "darem trabalho"? Está certo isso? NÃO, ISSO É INACEITÁVEL!
A minha vontade é de sair pelas ruas recolhendo todos os animais
abandonados (não só cães) para cuidar, com amor e carinho, de cada um
deles. Mas não posso...Quem sabe uma ONG
possa fazer isso? Por quê o nossos governo não pode construir um local
para abrigar esses animais e contratar funcionários amorosos para cuidar
deles ao invés de gastar bilhões com um estádio de futebol? Um país que
se importa mais com samba, cerveja e futebol do que com os animais
carentes: uma vergonha!
Vira-latas são lindos! Você sabe o tanto de animais sem raça definida
estão por aí, à espera de um dono que o dê alimento, abrigo e amor?
Esses animais abandonados precisam de um dono! Eles também saem rolar,
dar a patinha, dão lambidinhas carinhosas e vão ser fiéis e amorosos
com você! ADOTE um vira-lata!
Entenda o post: eu não
aceito e nunca me conformarei com essa violência inaceitável! Antes de
ter um cão, pense se pode dar à ele tudo o merecido e ajuda às pessoas à
compreenderem o quanto é necessário ter condições para criar um
bichinho. NÃO ABANDONE SEUS ANIMAIS e
nem permita que ninguém o faça! Quando você vir um animal abandonado,
contate o órgão de reabilitação de animais mais próximo para que eles
tratem o animal ou o sacrifiquem caso seja estritamente necessário
(infelizmente, esses anjinhos também podem transmitir doenças) e,
principalmente, caso você presencie algum mau trato, DENUNCIE! Quer saber como?
Não tenha medo! Denuncie qualquer tipe de maus tratos contra animais para a polícia (disque 190). Denunciar, além de um ato de amor, é ato de cidadania. Colabore com testemunhas, provas, vídeos e tudo o que possa comprovar o crime. Sim, maus tratos é crime!

Você também não aguenta mais essa violência absurda contra nossos
animais queridos? Que tal uma campanha? Eu fiz este selo para vocês
colocarem na barra lateral dos seus blogs. Não sabe como colocá-lo na
barra lateral? É muito simples: salve o selo no seu computador >> adicione um gadget de imagem no seu blog >> faça upload do selo >> no espaço "link" preencha com o link desse post >> prontinho!
Você também pode contribuir com uma postagem com sua opinião sobre o
assunto (sem plágios nem inspirações, hein), que tal? Ou faça melhor:
junte uma galera da sua cidade e façam uma campanha para que o governo
crie um órgão para abrigar e cuidar de cães abandonados, promovendo dia
de adoção...Quem sabe não dá certo?
Temos que nos unir e, com todo nosso amor, colocar um ponto final nessa violência absurda! Animais são anjos! E você, leitor(a), o que acha dessa situação? O que podemos fazer para amenizá-la? Comente!








A
explicação para tratar a violência está nos erros do passado. No século
XVIII, um anatomista austríaco chamado Franz Gall desenvolveu uma
teoria em torno da seguinte idéia: a maioria das características
humanas, inclusive o comportamento anti-social, seria regulada por
regiões específicas do cérebro. Cada comportamento estaria sob o comando
de um centro cerebral específico. Quanto mais robusto fosse o centro
mais intensa seria a expressão do comportamento controlado por ele. Essa
teoria ganhou o nome de frenologia. Franz Gall imaginava que, ao
crescer, os centros cerebrais exerciam pressão contra os ossos da
cabeça, deixando neles saliências que poderiam ser vistas ou palpadas.
As pessoas com tendências criminosas poderiam, então, ser reconhecidas
pelo exame cuidadoso dessas protuberâncias e depressões ósseas presentes
no crânio. Com o tempo, a frenologia caiu em descrédito, mas a tentação
de identificar a aptidão para o crime por meio de características
físicas persistiu.
Cerca
de cem anos depois da frenologia, um italiano especialista em
antropologia criminal chamado Cesare Lombroso criou uma nova doutrina
que ressuscitou a associação das características físicas com uma suposta
índole criminosa. Tais características constituiriam os "stigmata".
De
acordo com Lombroso, os tipos humanos com testa achatada e assimetria
nos ossos da face, por exemplo, seriam criminosos potenciais. Quem
tivesse esses traços era classificado como tipo lombrosiano e visto com
extrema desconfiança nos tribunais.
A
revista Science, que divide com a Nature prestígio e popularidade
inigualáveis no meio acadêmico internacional, acaba de publicar um
número dedicado a discutir a violência com base nas informações
científicas disponíveis atualmente. Vamos resumir, aqui, o que a ciência
sabe sobre a bioquímica e os fatores sociais envolvidos na violência,
de acordo com essa revisão primorosa publicada pela Science:
3) Lobo frontal
- Muitos autores acreditam que o córtex do lobo frontal, camada de
massa cinzenta que recobre o lobo, exerce influência importante no
controle da impulsividade e do comportamento violento. Em 1997, A.
Raine, estudou 41 homens encarcerados e um grupo de 41 indivíduos livres
para servir de grupo controle, na Universidade da Califórnia. Todos
foram submetidos ao PET- scan, tomografia que permite analisar as áreas
cerebrais que estão em atividade num dado momento. Os resultados
mostraram que o córtex da parte da frente do lobo frontal apresentava
alterações fisiológicas nos presos condenados por crime de morte. O
mesmo autor publicou outro estudo, no qual foram determinadas as
dimensões do córtex do lobo frontal em diversos portadores da assim
chamada personalidade anti-social, que haviam sido responsáveis por atos
violentos. Neles, a substância cinzenta ocupava uma área 11% menor.
Inquirido sobre o significado desse achado, Raine, respondeu à Science:
"Não tenho a menor idéia".
4) A genética
- Embora muitos considerem politicamente incorreto, os estudos
conduzidos entre irmãos gêmeos univitelinos (iguais) criados na mesma
família ou crescidos sem contato em lares distantes, são altamente
sugestivos de que um componente genético esteja envolvido na
agressividade. Na Holanda, há um caso clássico, relatado em 1993, de uma
família cujos membros do sexo masculino haviam se engajado em crimes de
morte, estupros, roubos e incêndios criminosos. A análise genética
mostrou que esses homens tinham um defeito muito raro num gene que
codifica a produção de uma enzima chamada MAOA, que age quebrando as
moléculas de diversos neurotransmissores. Em 1999, S. Manuck e
colaboradores publicaram um estudo realizado com 251 voluntários
testados para a presença de mutações num gene responsável por uma enzima
que limita a produção de serotonina. Os autores foram capazes de
identificar mutações nesse gene associadas a diversas manifestações de
agressividade, incluindo a tendência de experimentar sensação de raiva
sem motivo aparente.
Em
ratos, já foram identificados 15 genes que interferem com a
agressividade, entre eles o da MAOA. A identificação de alguns desses
genes, às vezes, aparece nas manchetes da imprensa leiga, como
representando o descobrimento do "gene da agressividade". Conhecimentos
elementares de genética, entretanto, demonstram que comportamentos
complexos como a violência nunca são regulados por um gene único; estão
sob o comando de uma constelação de genes que interagem através de
mecanismos de extrema complexidade. Muitos biólogos moleculares estão
convencidos de que essas interações são tão complexas, que dificilmente
serão entendidas a ponto de podermos manipulá-las com segurança para
modificar um comportamento de forma previsível, por mais elementar que
seja ele.
Tremblay
identificou dois fatores de risco nesse grupo: as mães dos meninos eram
menos instruídas e tiveram seus filhos numa idade mais precoce.
Teoricamente, seriam mães menos preparadas para educar crianças
problemáticas. Entre os traços associados ao comportamento violento das
crianças está a falta de empatia, isto é, a dificuldade de colocar-se no
papel do outro. Um dos exemplos é a crueldade com os animais, uma das
primeiras manifestações dessa incapacidade. Estudos conduzidos por D.
Rowe, na Universidade do Arizona, mostram que crianças com QI abaixo da
média, também apresentam risco mais alto de se tornarem adultos
violentos. O grupo de A. Raine, que acompanha cerca de 1800 crianças das
ilhas Maurício, publicou um trabalho demonstrando que as crianças com
baixa freqüência cardíaca aos 3 anos de idade tinham maior probabilidade
de serem fisicamente agressivas aos 11. Em outros estudos, os mesmos
autores mostraram que meninos com ondas cerebrais mais lentas e
condutância cutânea mais baixa (uma medida da sudorese através da pele)
tinham maior probabilidade de acabar na prisão, anos depois. Os autores
desconfiam que esses parâmetros sejam simples indicadores de um sistema
nervoso central mais desregulado. Nesses casos, quando o estresse é
mantido, os circuitos de neurônios envolvidos no controle da
agressividade ficariam sobrecarregados e entrariam em colapso. Apesar de
essas conclusões serem criticáveis por não levarem em conta a
influência poderosa do meio ambiente, a existência da agressividade
física na infância é irrefutável. Se não considerarmos as conseqüências
da agressão e olharmos apenas para o comportamento agressivo, a idade
mais violenta de todas é a de 2 anos. R. Temblay afirma na revista
Science: "A pergunta que tentamos responder nos últimos 30 anos, é como
as crianças aprendem a agredir. A pergunta está errada; o certo seria
perguntar como elas aprendem a não agredir. Os bebês não se matam uns
aos outros, só porque lhes impedimos o acesso aos revólveres".
Evidências
científicas sugerem que a reatividade emocional de um indivíduo pode
predispô-lo à agressividade física. Essa propensão está associada a um
baixo limiar de ativação de um conjunto de emoções e estados de espírito
negativos: raiva, ansiedade e agitação, entre outros. As técnicas
modernas de neuro-imagem permitiram identificar diversas regiões
cerebrais envolvidas nos circuitos de neurônios que amplificam, atenuam
ou mantêm as emoções. A ativação experimental ou a lesão desses centros
altera a intensidade de expressão dos estados emocionais regulados por
eles. Por exemplo, lesões provocadas numa estrutura cerebral chamada
amígdala prejudica a percepção de expressões de medo e lesões numa
pequena área do lobo frontal podem desregular a forma de exprimir raiva.
Em camundongos, lesões de determinadas áreas do lobo frontal
transformam um animal calmo em impulsivo e violento. O estado
emocional-afetivo de cada indivíduo é estabelecido por uma delicada rede
de neurônios que convergem para determinadas áreas do cérebro, e pelos
neurotransmissores liberados por eles na condução do estímulo. As
reações individuais dependem, então, da sintonia fina dessa circuitaria
de neurônios em ação. Como a violência não é um fenômeno homogêneo, suas
manifestações são graduadas por circuitos específicos de neurônios.