Leio, estupefato, que nos últimos dez anos, 42 torcedores morreram em
conflitos relacionados ao futebol. Isso coloca o Brasil em primeiro
lugar no ranking macabro de mortes neste esporte.
E contra isso praticamente nada foi feito.
Todos os dias em que há futebol neste País, ocorrem brigas de torcedores. Ou, pelo menos, algum evento de violência.
As torcidas uniformizadas, fonte principal da pancadaria e de conflitos, permanecem incólumes, usando o símbolo dos clubes, sua camisa, sua tradição para molestar adversários, para espalhar medo e ódio.
Onde está o Ministério Público? Que não toma de uma vez por todas a providência de expulsar para sempre esses vândalos de nossos estádios?
Onde estão os clubes, as federações e a CBD que não exigem das autoridades competentes que punam os que só querem baderna? E os clubes, que se acovardam em não tomar providências contra esses bandos de vândalos que usam seus nomes e símbolos para denegrir sua imagem, através da disseminação da violência?
Acovardam-se todos diante das ondas de torcedores fanáticos que não mereciam ocupar nos estádios o lugar de pessoas civilizadas, que sabem ser o futebol um fator de união, de descontração, de beleza e nunca de violência, de pancadaria.
São muito tímidas, até agora, todas as providências contra os vândalos, os assassinos.
Não podemos tolerar que uma sociedade inteira pague com a vida de seus cidadãos o preço da incompetência, da complacência para com a violência nos estádios.
Já passou da hora de apenas contarmos e chorarmos os mortos.
Não bastam campanhas contra esses bandos de descontrolados: são necessárias leis que proíbam, primeiro a existência das uniformizadas e, segundo, que pessoas flagradas em atos de violência continuem a frequentar os estádios.
Paz no futebol, paz na sociedade, paz na vida das pessoas!
E contra isso praticamente nada foi feito.
Todos os dias em que há futebol neste País, ocorrem brigas de torcedores. Ou, pelo menos, algum evento de violência.
As torcidas uniformizadas, fonte principal da pancadaria e de conflitos, permanecem incólumes, usando o símbolo dos clubes, sua camisa, sua tradição para molestar adversários, para espalhar medo e ódio.
Onde está o Ministério Público? Que não toma de uma vez por todas a providência de expulsar para sempre esses vândalos de nossos estádios?
Onde estão os clubes, as federações e a CBD que não exigem das autoridades competentes que punam os que só querem baderna? E os clubes, que se acovardam em não tomar providências contra esses bandos de vândalos que usam seus nomes e símbolos para denegrir sua imagem, através da disseminação da violência?
Acovardam-se todos diante das ondas de torcedores fanáticos que não mereciam ocupar nos estádios o lugar de pessoas civilizadas, que sabem ser o futebol um fator de união, de descontração, de beleza e nunca de violência, de pancadaria.
São muito tímidas, até agora, todas as providências contra os vândalos, os assassinos.
Não podemos tolerar que uma sociedade inteira pague com a vida de seus cidadãos o preço da incompetência, da complacência para com a violência nos estádios.
Já passou da hora de apenas contarmos e chorarmos os mortos.
Não bastam campanhas contra esses bandos de descontrolados: são necessárias leis que proíbam, primeiro a existência das uniformizadas e, segundo, que pessoas flagradas em atos de violência continuem a frequentar os estádios.
Paz no futebol, paz na sociedade, paz na vida das pessoas!
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